domingo, 26 de abril de 2015
De volta as origens
Não, não é milagre, voltei mesmo. E cá estou de volta escrevendo novamente a vocês, mais madura e mais experiente. A última vez que acessei esse blog ainda estava na faculdade e hoje formada e concluindo minha pós graduação finalmente consegui recuperar a senha que havia perdido. Quem me conhece sabe que amo escrever, pra mim é uma terapia poder colocar tudo que penso, que sinto num papel, ou num blog, como é o caso. E foi por isso que quando estava na faculdade tive a ideia de criá-lo, e hoje meu presente do dia foi finalmente conseguir acessar meu blog novamente e ver que muita gente que eu nem conheço andou acessando e melhor ainda, comentando. Não é maravilhoso??? Pensei até em mudar o nome para "Diário de RH" ao invés de "Vivendo em RH", mas logo desisti da ideia, pois meu objetivo é narrar aqui o que vivencio na area de Gestão de Pessoas, Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista que são minhas grandes paixões e também aquela minha velha análise crítica sobre tantos temas nessa area.
Espero poder expor e trocar grandes ideias por aqui!
Abraço a todos e até o próximo post!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Qual o principal desafio da Gestão de Pessoas?

domingo, 26 de junho de 2011
Treinar com medo de perder talentos?

domingo, 29 de maio de 2011
O MEDO DE LIDAR COM O NOVO: AS DEFICIÊNCIAS DO MUNDO EMPRESARIAL E O GERENCIAMENTO DE TALENTOS NO CONFLITO DE GERAÇÕES

Ontem a noite ao assistir o telejornal me deparei com uma reportagem que me deixou decepcionada como futura Gestora de Pessoas. A reportagem mostrava a quantidade mínima de vagas no mercado de trabalho para jovens recém-formados, que não obtinham espaço não pelo fato de serem inexperientes, mas sim pelo fato de serem difíceis de lidar. Em contrapartida as vagas para “pessoas mais experientes” aqueles que se encaixam na geração dos Baby Boomers e X eram maiores.
Sou uma jovem Y que não defendo de forma efusiva os jovens da minha geração, apenas procuro defender o nosso lado fazendo com que as pessoas (líderes, gerentes) parem de perder seu tempo nos criticando e trabalhem no intuito de reter e aproveitar nossos talentos da melhor forma, isso não significa deixar o controle em nossas mãos, precisamos dos Belle Époques, precisamos dos Baby Boomers, precisamos dos X. Eles criaram nosso mundo, viveram e se reergueram após o trágico cenário da Primeira e Segunda Guerra Mundial, chegaram a Lua, nos proporcionam até hoje viver diversas conquistas através de suas manifestações, criaram os primeiros computadores e equipamentos eletrônicos com os quais temos tanta familiaridade, derrubaram o Muro de Berlim, enfim, nunca seremos gratos o suficiente por tudo isso. Temos muito ainda à aprender com eles, porém, queremos que eles também aprendam conosco. Precisamos uns dos outros.
Voltando para o tema da entrevista, fiquei pasma ao ouvir de uma gerente de Recursos Humanos: “Esses jovens são mais difíceis de lidar!” Me pergunto se o trabalho dessa Gestora de Pessoas não seria exatamente saber ou procurar lidar com esse tipo de perfil. As empresas estão buscando a facilidade de pessoas mais fáceis de se trabalhar, esquecendo-se que o talento e valores dos jovens da geração Y somados aos das gerações anteriores pode funcionar como uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento organizacional. Faço outro questionamento: E quando não mais existirem Baby Boomers ou X’s? Sim, porque a geração Belle Époque já contribuiu muito para o crescimento mundial e empresarial e já não as vemos mais trabalhando em empresas. Só restará a geração Y que estará contratando a geração Z que já estará gerando uma outra geração. Digo mais uma vez que as organizações precisam parar de buscar facilidades isso as estão deixando acomodadas, o mundo está em constante desenvolvimento e se as empresas não crescem junto com ele ficarão a mercê de si mesmas.
Sou uma futura Gestora de Pessoas que acredita fielmente no gerenciamento de talentos independente das gerações, todos tem sua contribuição a dar, basta apenas saber como utilizar de forma proveitosa a contribuição de cada um, não fazendo como essa empresa do telejornal que achou “mais fácil” apenas não contratar mais os jovens. Fico imaginando como estará essa empresa daqui a alguns anos, enquanto a concorrência avança valendo-se da ferramenta de uma capital intelectual diversificado por diferentes gerações, ela estará lamentando-se por não ter buscado antes essa diversificação.
Por Iara Silva
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Líderes: Queremos nos orgulhar de vocês!

Complicado?
Então faço a seguinte pergunta: será que você está mesmo liderando? Ou seus subordinados cumprem apenas tarefas baseadas apenas no dever que a sua sórdida e autocrática imagem exige deles?
Uma liderança baseada em valores gera benefícios para toda equipe. Hoje liderados procuram alguém a quem admirar e que possam se espelhar, eles realmente “querem ser como você quando crescerem”. A admiração é um sentimento de orgulho, de prazer, de satisfação. Se você tem motivos para ser admirado sua equipe sentirá orgulho de você. Lembre-se que a liderança é como um espelho, não existe aquela história de “faça o que eu digo e não faça o que eu faço.” Suas ações irão refletir nos resultados da sua equipe.
Nietzsche fala do seguinte modo: “Há uma inocência na admiração: é a daquele a quem ainda não passou pela cabeça que também ele poderia um dia ser admirado.” O líder deve pensar sempre dessa forma, preocupando-se com a admiração que os outros poderão sentir por ele, que imagem estará ele passando para seus colaboradores? Estarão eles orgulhosos de suas ações?
Pois é. O que eu tenho a dizer caros líderes é: “Queremos nos orgulhar de vocês!”
Por Iara Silva.
Não sei, comecei hoje!
Ontem saí para comer um sanduíche, e ao pegar o cardápio para realizar meu pedido, perguntei qual das opções tinha frango. A resposta do garçom foi rápida: "Não sei, pois comecei hoje. Ainda não conheço os pratos, tá tudo em inglês". Ao correr os olhos pelo cardápio vi que o bicho pegava: CheaseChicken, Cheaseburger, Hamburger, French Fries, Petit Gateau, Green Salad... Certamente, ninguém tinha preparado aquele garçom em relação aos pratos, nem pago algum curso de Inglês ou Francês. "Não sei. Comecei hoje!"... Fiquei com essa frase na cabeça.Mês passado, aconteceu um dos maiores clássicos dos pesos médios no UFC (Ultimate Fighting Championship), entre Anderson Silva e Vítor Belfort, dois brasileiros campeões mundiais. Anderson liquidou a luta aos 3 minutos e 25 segundos com um chute que passou pelo meio da guarda e acertou em cheio o queixo do Vítor. Um só golpe. Rápido, certeiro e decisivo. Vitória por nocaute. Ontem, ele revelou num programa televisivo que repetiu esse golpe 3000 vezes durante os treinos. Isso sem falar que esse foi apenas um entre centenas de golpes treinados milhares de vezes.
Malcom Gladwell em seu livro intitulado "Fora de Série" revelou que pessoas consideradas como fora de série acumulam 10.000 horas de treinamento antes de serem consagradas como geniais. Bill Gates, antes de fundar a Microsoft, já tinha quebrado cabeça muito mais do que 10.000 horas no desenvolvimento de programas para computadores. Mozart, que começou a compor aos 5 anos, acumulou mais de 10.000 horas de composições e apresentações até ser considerado um gênio da mús ica, aos 21 anos. A banda inglesa Beatles tocou mais de 1.200 horas num só Pub de Hamburgo, na Alemanha, quando estavam no começo da carreira.
Agora, o que tem a ver você com um garçom despreparado, o chute do Anderson Silva, sinfonias de Mozart, Beatles e Bill Gates? Tudo meu amigo! Seu sucesso ou fracasso depende de algo, certo? Não sei se são mil, dez mil, ou cem mil horas de treinamento, mas concordo que para alcançar alguma excelência no trabalho e carreira profissional, devemos treinar algumas horas por mês, semana ou dia. Treinando duro, repetindo, inovando, errando e tentando de novo até alcançar algum tipo de realização ou sucesso.
Eu não culpo o garçom. É natural alguém não saber algo quando começa. Ele começou hoje. Entendo! Estamos em 2011 e muitos patrões, diretores e gerentes ainda não aprenderam que devem treinar seu pessoal para atender seus clientes. Muitas pessoas também param no tempo e espaço e não se aprimoram por conta própria. É sempre muito cômodo culpar os outros pela falta de ação e iniciativa... "Sei não, posso não, quero não, meu patrão não deixa não. Não vou não". Mas você já parou para pensar que ainda não alcançou o sucesso porque o delegou para um patrão, gerente, esposa, pai ou outra pessoa?
Não tem preparo maior para o fracasso do que não se preparar para o sucesso. Disso não tenho dúvida. Você tem um dom? Ótimo! Experimente aprimorá-lo treinando no mínimo 10.000 horas. Você não tem um dom? Ótimo! Arrisque 10.000 horas em algo que você gosta de fazer e me diga depois o resultado. Ultimamente, tenho visto mais pessoas dedicadas, persistentes e lutadoras alcançar o sucesso do que talentosos que acham que não precisam de treino.
Existe uma diferença entre trabalho e treino. Você pode trabalhar 10.000 horas e não alcançar nada. Quando falo de treino, estou me referindo a aprimoramento e desenvolvimento. Trabalhar é fazer algo. Treinar é fazer algo melhor. Trabalhar é ser alguém na vida. Treinar é ser alguém diferente. Trabalho é prática. Treino são práticas diversas.
Anderson Silva faturou aproximadamente 400.000 Reais por menos de 4 minutos de luta. Ou seja, 100.000 Reais por minuto. Agora, se fizermos outra conta e dividirmos 400.000 Reais por 3000 chutes, dará 133,33 Reais por chute treinado. E se dividirmos pelo número total de golpes ensaiados? Ou pelo número de horas treinadas na vida? Certamente, antes do primeiro chute, ele diria "Não sei. Comecei hoje". Após milhares de chutes e 10.000 horas de treinos, ele pode dizer "Sou campeão!".
Você acha 10.000 horas muita coisa? Vamos fazer uma rápida continha. 10.000 horas equivalem a 1000 horas em 10 anos, ou 20 horas por semana. Ainda considerando que você trabalha cinco dias por semana, são 4 horas por dia. Quantas horas você tem treinado nos últimos di as? Quantas horas você tem dedicado ao seu sucesso?
Vou fazer igual ao garçom. "Não sei. Comecei hoje!". Porém, hoje vou começar algo novo para mim. Comecei escrevendo esse artigo para mim mesmo, mas vou compartilhá-lo com vocês. Já pratiquei duas horas. Faltam 9.998 horas para conquistar o que almejo.
Dê um chute certeiro em sua vida!
terça-feira, 29 de março de 2011
O coaching como ferramenta de desenvolvimento de pessoas

domingo, 27 de março de 2011
Processo Decisório, complicado é decidir...

- Descobrir as ocasiões em que devem ser tomadas as decisões: por diversas vezes dedicamos nosso foco e atenção a coisas supérfluas e deixamos de olhar para aquilo que merece uma dedicação especial e acabamos tomando decisões para coisas sem necessidade.
- Identificar possíveis cursos de ação: o processo decisório é algo que deve ser tratado com calma, deve-se estudar e analisar as possíveis alternativas e consequências, "toda ação tem uma reação".
- Decidir entre um deles: após analisar as alternativas e as consequências de cada decisão deve-se chegar a um acordo e escolher a de maior viabilidade para a empresa.
sexta-feira, 4 de março de 2011
A guerra entre as gerações X e Y ( o início)
Ontem a noite fui convidada pela minha professora de Liderança e Comportamento Organizacional a pesquisar sobre os estilos de liderança da geração X e Y. Para aqueles que não as conhece ou tem um conhecimento limitado sobre tal assunto vou tentar conceituar de forma clara e objetiva.
A geração X é a geração nascida aproximadamente entre os anos de 1960 a 1980, são os filhos dos Baby Boomers e pais da geração Y que é a geração onde segundo alguns sucede a década de 80 e segundo outros são aqueles que nasceram aproximadamente na década de 1970 até meados da década de 1990. Enfim, há uma disputa constante entre ambas as gerações.
Não abordarei aqui nada cientificamente comprovado, estou iniciando minhas pesquisas e pretendo relatar meus resultados nesse singelo espaço. Entretanto, observando o mundo em que vivemos chego a conclusão que as gerações X e Y vivem em uma guerra paradoxal.
Voltando para os estilos de liderança notei que a geração X é uma geração mais voltada para o estilo centralizador, não gostam muito de regras, mas, entendem que as mesmas devem ser obedecidas. O popular: "Manda quem pode, obedece quem tem juízo." Não que isso esteja errado, nos dias de hoje existem empresas que funcionam com esse tipo de gestão onde a geração X se encaixaria perfeitamente no quadro da organização.
A geração Y é a geração da "rebeldia" por outros chamados de prepotência, eu acredito que seja a geração questionadora e argumentativa. "Porque as coisas devem ser feitas desse modo? Se fizéssemos dessa forma não iríamos obter um resultado mais satisfatório?" Acredito eu que essa geração se encaixaria em uma empresa com um modelo de gestão mais descentralizado, onde há grandes estilos de liderança democráticos, onde opiniões são colhidas, sugestões aceitas, ideias adaptadas que acabam chegando a um concenso do que seria melhor para a organização.
Não vou estender-me nesse assunto, não por enquanto. Existem muitas ideias a serem vistas, pesquisas a serem realizadas até chegar a uma conclusão. Enfim, o que posso dizer é: as gerações X e Y existem e ambas possuem suas vantagens e desvantagens e ambas conseguem se adaptar a um estilo de gestão diferenciado. A questão é: Qual o melhor estilo de gestão? E consequentemente, qual a geração que está preparada para o mercado atual?
Por Iara Silva
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Profissão headhunter

terça-feira, 9 de novembro de 2010
A nova entrevista de trabalho

quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Assédio moral com o servidor público

"Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho; a condições eqüitativas e satisfatórias de trabalho e à proteção contra o desemprego”.
As conseqüências do assédio moral estão diretamente ligadas a fatores que se relacionam com a intensidade e duração da agressão.
As conseqüências sofridas, em curto prazo, pelas vítimas do assédio moral são:
· Estresse;
· Ansiedade;
· Sentimento de impotência e humilhação;
· Dentre outros.
Destes prejuízos decorrem algumas perturbações físicas:
· Cansaço;
· Nervosismo;
· Distúrbios no sono;
· Enxaqueca;
· Distúrbios digestivos;
· Dores na coluna;
· Dentre outros.
Em longo prazo podem causar:
· Depressão;
· Redução da libido;
· Tentativa de suicídio;
· Distúrbios psicossomáticos como rápido aumento de peso ou emagrecimento
· Exagerado,
· Gastrites,
· Colites,
· Úlceras de estômago,
· Hipertensão arterial,
· Doenças de pele,
· Indisposições,
· Vertigens, dentre outros.
O assédio moral causa perda de interesse pelo trabalho e do prazer de trabalhar, desestabilizando emocionalmente a vítima e provocando não apenas o agravamento de doenças já existentes, como também o surgimento de novos distúrbios. Além disso, as perdas refletem no ambiente de trabalho, atingindo, muitas vezes, os demais trabalhadores e reduzindo a eficiência na prestação do serviço.
Indenização
A indenização por danos materiais pode abranger: Os danos emergentes: o que a vítima efetivamente perdeu como no caso do servidor que fica doente em função do assédio tendo gastado com médicos, remédios e lucros cessantes: (o que a vítima deixou de ganhar), como no caso do servidor porque pediu exoneração por ser assediado deixando assim de receber seus vencimentos.
No Brasil, o fato foi comprovado por estudos científicos elaborados pela Dra. Margarida Barreto, médica do trabalho e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, conforme nos noticia a revista Cláudia/abril/2001/p. 116.
Vale à pena transcrever quadro tabulado, originado ainda dessa pesquisa, que demonstra a maneira como o homem e as mulheres respondem à provocação dos seus chefes, provocação que este já denominado assédio moral.

Além disso, verifica-se que, em alguns casos, servidores assumem determinadas funções sem a devida competência e habilidade. Estes tendem, algumas vezes, a superar suas limitações, exercendo suas funções de forma arbitrária.
Diferenças entre Assédio Moral, Assédio Sexual e Abuso de poder
*Assédio moral é qualquer conduta abusiva gesto, palavra, comportamento, atitude que atente, por sua repetição, contra a dignidade ou integridade, psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.
*O assédio sexual caracteriza-se por insinuações ou propostas de natureza sexual, não desejada por uma das partes, podendo ser verbal, subtendida, gestual ou física. Não há reciprocidade na execução do ato abusivo. Tal ato abala a liberdade sexual, além da intimidade e da dignidade.
*O abuso de poder constitui-se no uso excessivo e injusto das atribuições ou poderes, de modo a extrapolar os limites da legalidade e dos bons costumes. É necessário prestar atenção no cotidiano das relações de trabalho, pois nenhum superior tem o direito de exercer conduta abusiva sobre o seu subordinado.
O assédio moral pode ter como causa o abuso de poder. Entretanto, é importante deixar claro que ocorre assédio moral sem abuso de poder, como por exemplo, entre colegas de mesma hierarquia. Trata-se, pois, de espécies de atos lesivos distintos e inconfundíveis.
Por Silvia Souto
Graduanda no CST em Gestão de RH
Campus Unidade Roberto Freire
Referências:
http://tccassediomoral.blog.uol.com.br/
http://www.ipea.gov.br/ouvidoria/images/stories/pdf/assediomoral.pdf
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
SER IMPORTANTE X SER RARO: O QUE O MERCADO QUER?

Nos dias de hoje uma pessoa não ganha pela sua importância e sim pela sua raridade. Professores são importantes, mas não são raros, eis o motivo de sua má remuneração. Mas há aqueles que buscam mais conhecimento, se atualizam, se preparam, se especializam, procurando ser raro, ser diferente, alcançando seu diferencial. Para isso é preciso motivação, que é a peça chave para o sucesso, se você não tem motivação não chegará a lugar algum. Lembre-se, motivação: motivos que geram ações.
Além disso é necessário criatividade e inovação, o que gera mudanças. “A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original” (Albert Einstein). Seja organizado mostre que é capaz de manter as coisas em seu devido lugar, isso implica responsabilidade e compromisso. Dê e receba feedbacks procure saber o que os outros pensam de você, quais suas expectativas e aquilo que esperam de você como profissional e como resposta dê o melhor de si.
É de essencial importância manter um bom relacionamento com seus colegas, respeite, ouça opiniões, não seja individualista, acabe com o conceito de superioridade e inferioridade, comece a adotar o conceito de igualdade. Compartilhe suas idéias, mostre sua criatividade, seja otimista e ambicioso é de pessoas assim que as organizações precisam, pessoas que buscam superação a todo o instante. Vista a camisa da empresa, mostre que você é peça chave para o sucesso da organização porque pessoas assim SÃO RARAS.
Por Iara Silva